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Inspirar pessoas para potencializar o coletivo: VT Soluções no ESARH 2018

Entre os dias 14 e 16 de maio, participaremos como expositores de um dos eventos mais notórios da América Latina voltado à área de Recurs...

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Entre os dias 14 e 16 de maio, participaremos como expositores de um dos eventos mais notórios da América Latina voltado à área de Recursos Humanos: o Encontro Sul-Americano de Recursos Humanos 2018 (ESARH). A temática do evento deste ano tem tudo a ver com a VT: inspirar pessoas para potencializar o coletivo. O propósito é simples: quando despertamos em nós mesmos comportamentos transformadores da realidade, somos capazes de despertar no outro também. É assim que formamos uma forte corrente de impactos positivos, no mundo, nas empresas e na vida das pessoas. Por isso, o ESARH costuma reunir representantes de diferentes países e da maioria dos estados brasileiros. Isso porque é essencial pensar na troca cultural, o que é valorizado nesses encontros - e deveria ser de extrema importância em todas as empresas. Conhecer outros contextos e perspectivas agregam novas perspectivas e empatia, que geram mudanças.


Dentro do contexto organizacional, o responsável por essa mobilização é o líder. É ele ou ela a figura que pode despertar o ideal coletivo no grupo, incentivando seus membros a unirem estratégias na busca de objetivos comuns. Quando o líder oferece confiança e é um bom exemplo aos seus colaboradores, torna-se sistemático o direcionamento de suas ações para comportamentos promissores no coletivo. E as mudanças coletivas costumam promover resultados voltados à cidadania, gerando uma valorização constante das práticas humanas.


Acreditamos que agora, mais do que nunca, é preciso abrir novos caminhos. Vivemos em tempos confusos e de insegurança constante. Precisamos mobilizar as ideias e ações coletivas que nos possibilitem ressignificar nossa realidade. Portanto, é necessário conhecer outros líderes e organizações focados no engajamento coletivo.


A edição do ESARH 2018 acontecerá em Gramado/RS. O evento, que a cada edição mobiliza cerca de mil participantes de diferentes segmentos mercadológicos, como diretores e gestores de empresas, também conta com uma exposição de produtos e serviços dos envolvidos. O objetivo central do ESARH é potencializar o equilíbrio nas organizações a partir de diferentes estímulos.

O ESARH 2018 contará com a presença de palestrantes como Clóvis de Barros Filho, Eugenio Mussak e Gil Giardelli, bem como outros profissionais que conduzirão dezenas de atividades durante os três dias de encontro. A programação conta com conferências, talkshows, palestras interativas, oficinas, exposições, seminários e, no final, a entrega do Prêmio ESARH, que reconhece as melhores práticas de Gestão de Pessoas e Responsabilidade Socioambiental.
Esperamos a tua visita no nosso estande para tomar um café e bater um papo com a gente!

Para saber mais sobre o evento e realizar inscrição, acesse o site: http://esarh.com.br

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A sobrevivência organizacional está cada vez mais difícil. O mercado - e o mundo - se transforma o tempo todo, colocando organizações de todos os tamanhos em um cenário completamente novo e mais competitivo. E usar todas essas mudanças a favor de si é um desafio complexo, que envolve riscos e falhas.

Em um panorama complexo, inovar se torna cada vez mais relevante para a sobrevivência das empresas. E isso não se aplica somente a startups. Mesmo que uma organização tradicional esteja consolidada no mercado, é importante que ela também esteja atenta às novas tecnologias e novos processos de gestão.

Isso porque empresas que têm a inovação intrínseca à cultura tendem a estar mais preparadas para adversidades e, normalmente, são mais pragmáticas e flexíveis. Em um contexto econômico conturbado, quem se adapta a novas realidades tem mais chances de se destacar e sair na frente.

Quando colocamos a inovação como parte da estratégia principal de uma empresa, estamos abrindo portas para investimentos e desenvolvimentos mais certeiros. Seja implantando novos processos ou sofisticando os que já existem, é preciso atentar-se às necessidades do contexto ao redor e tentar enxergar à frente.

Não precisa ser nada complexo. Atitudes simples, do dia a dia, podem mostrar que a sua empresa acompanha tendências de mercado, e está aberta a elas. Por exemplo, sua empresa ainda utiliza copos descartáveis nos bebedouros​? Se a resposta for sim, provavelmente esteja na hora de mudar. Afinal, empresas ecofriendly costumam sair ganhando, e o uso do copo individual é uma excelente alternativa.

E a inovação disruptiva?

Há também quem fale da inovação disruptiva, aquela que quebra processos anteriores até que eles virem obsoletos. E processo, nesse caso, significa o modelo de negócio de origem. No momento em que pensamos em inovação disruptiva, pensamos na criação de uma nova cultura​. São essas novas formas de execução que fazem com que os mercados evoluam de fato, desestabilizando concorrentes e iniciando novos ciclos.

Ela é considerada revolucionária, e os exemplos são inúmeros, indo desde a fita K7 até a Tesla Motors. Isto é, está presente em todas as áreas e há muito tempo. No entanto, nem sempre se trata de uma ideia completamente radical.

É comum pensarmos em altos custos e modelos complicados quando se trata desse tipo de inovação, mas não precisa ser assim. Cada vez mais busca-se por serviços mais ágeis e mais baratos, certo? E é aí que geralmente entra a inovação disruptiva: quando cria-se algo mais simples, ágil e acessível do que já existe.

Seja para implantar uma cultura inovadora na empresa ou para imergir na criação de novos mercados, é preciso conhecer as reais necessidades do seu público. Investir em pesquisas, por exemplo, é fundamental para que o processo seja o mais certeiro possível. Além disso, ter uma equipe alinhada e disposta a construir mudanças pode ser o primeiro passo para que uma nova cultura seja posta em prática.

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Em 2016 o número de mulheres nos cargos de liderança no Brasil aumentou em 11%, segundo a International Business Report (IBR). E esse índice só cresce. Mas quem sente que o desafio delas terminou ao chegarem lá no topo? A ascensão está, ao contrário, longe de representar menos obstáculos, e sim novos desafios. As líderes, o RH e toda a empresa podem aproveitar a oportunidade para estabelecer uma cultura de respeito e igualdade de gênero com atitudes simples.

Mulheres no topo vivenciam o fenômeno chamado chão de vidro, que caracteriza uma fundação frágil para elas. Chamadas para momentos de crise, sua contratação serve, muitas vezes, para provar um progresso na mentalidade da empresa. Ao chegarem lá, são mais cobradas que os homens e recebem missões condenadas ao fracasso, uma justificativa para colocar novamente um homem em seu lugar.


Além disso, mulheres são encorajadas a não serem mulheres em altos cargos. A exigência de roupas discretas à moda terno e gravata demonstram a tentativa de masculinização delas. O comportamento, por outro lado, precisa corresponder ao de um ser inexistente - e certamente idealizado. São taxadas como rígidas no momento de firmeza, e fracas quando flexíveis.


Mas como romper com a naturalização desses comportamentos machistas nas organizações?

Culturas são sistemas complexos, e por isso difíceis de mudar. Por isso, não é estranho que os colaboradores não tenham, imersos nesse sistema, se acostumado a uma mulher como líder. Dentro e fora da empresa, vivemos essa construção social, e mudar do lado de dentro é mais difícil quando um mindset também é parte do mundo lá fora.


Como atuar em meio a essa realidade que transcende as portas da organização?


1. Para começar, reflita se você mesmo é aberto e livre de preconceitos. Mesmo a melhor das intenções carrega sinais de pré-julgamentos. Pense a respeito e conheça você mesmo.

2. Ao contratar, que tal dar oportunidade a mais mulheres?​ Somente com um quadro amplo de mulheres é possível mostrar que a sua empresa acredita em fazer justiça à desigualdade de gênero no mundo. E nada como a diversidade para disseminar o entendimento do outro e a empatia.

3. Utilize-se do conhecimento da nova geração​, que carrega a bandeira de igualdade. Converse com os jovens e colete suas observações da empresa, assim como insights para modificar elementos da sua cultura.

4. Identifique pequenos sinais de comportamento machista.​ Mas, para isso, tenha clareza de que comportamentos podem entrar nesse balaio, para não correr o risco de banalizar ou naturalizar algumas atitudes comuns em uma cultura patriarcal.

5. Motive a denúncia e o diálogo sobre o tema.​ Torne isso uma constante na empresa, por meio de campanhas e conversas.

O RH, uma das poucas áreas das empresas com lideranças majoritariamente femininas, tem um papel extremamente relevante nessa busca por mais igualdade.

Com clareza, perseverança e inspiração em cases de sucesso – que crescem a cada dia, as áreas de Recursos Humanos devem estabelecer programas e incentivar continuamente atitudes que contribuam para a construção de uma sociedade mais justa para as mulheres.

E a sua empresa, o que está fazendo para superar o machismo?

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