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Inspirar pessoas para potencializar o coletivo: VT Soluções no ESARH 2018

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A cada dia que passa mais empresas estão abandonando o plano de negócios tradicional e optando pelo Business Model Canvas. O Canvas, de modo geral, é uma ferramenta de gerenciamento estratégico que incentiva a inovação, a prototipação e a cocriação. Por isso, ela é uma aliada do profissional do RH, que lida com gestão de projetos.

O Business Model Canvas norteia a elaboração de estratégia e torna visual elementos essenciais para alcançar seus objetivos. Além disso, auxilia na tomada de decisões e organiza a sua vida e a de sua equipe.

O que chama mais a atenção nesse modelo é a integração entre os blocos, o que cria um pensamento sistêmico e evita a confusão de se ter inúmeras páginas - como ocorre no plano de negócios e em grandes projetos.

Quer saber como Business Model Canvas funciona e pode facilitar muito a vida do RH? Veja abaixo:

Divida o quadro em quatro grandes blocos, sendo eles:

1 - Para quem?

2 - O quê?

3 - Como?

4 - Quanto?

Para cada quadro, são sugeridas algumas perguntas, que apresentaremos em seguida. O preenchimento dos quadros possui uma ordem específica, diferente das que estão dispostas.

1. Segmento de mercado

Aqui você define a quem atenderá. A escolha de um nicho é importante para conhecer seu público-alvo, seja ele pessoas ou empresas. Procure agrupar pessoas com o mesmo perfil.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quem é o público-alvo principal?

  • Para quem o projeto gera valor?

​2. Proposta de valor

Esse é o porquê de o público preferir você e não o seu concorrente ou outras ideias. Sua proposta de valor não precisa ser inovadora, mas precisa expressar a essência da sua proposta.

Atributos como preço, desempenho e conveniência podem fazer parte dela.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Que necessidade o projeto está satisfazendo?

  • Qual produto/serviço será entregue?

  • Que problema ele ajuda a resolver?

​3. Canais

O público você já conhece, e o que você deseja entregar também. Agora você precisa chegar até ele. Como?

Esse quadro diz respeito aos pontos de contato que você terá com as pessoas, e é preciso levar em conta canais de comunicação, distribuição e venda.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quais meios seu público usa mais para se comunicar?

  • Como você conseguirá alcançar as pessoas?

  • Quais canais apresentam melhor custo-benefício?

​4. Relacionamento com o público

O relacionamento que você terá com seu público diz muito sobre o posicionamento do seu projeto e influencia diretamente na experiência de cada um. Ele é, geralmente, a mola mestra de indicações. Portanto, preste atenção.

Os relacionamentos podem ser, por exemplo, baseados na interação humana, self-service (quando a organização fornece os meios necessários para que as pessoas tenham autonomia e se auxiliem por conta própria) ou automatizado (uma espécie de self-service com serviços automatizados).

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Que tipos de relacionamentos cada segmento pode esperar do seu projeto?

  • Já existe algum tipo de relacionamento estabelecido?

  • Qual o custo?

​5. Fontes de renda

Aqui, o quadro trata sobre a quantia de dinheiro que o projeto gera a partir de cada segmento de público - e, dependendo do modelo do negócio/projeto, pode haver uma ou mais fontes de renda. As formas de gerar receita irão de acordo com a sua proposta de valor e de negócio.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quanto as pessoas estão realmente dispostas a pagar?

  • Pelo que pagam atualmente?

  • Como eles pagam?

  • O quanto cada fonte de receita contribui para o total da receita?

6 - Recursos-chave

Esses são recursos sem os quais o projeto não funciona. Podem ser recursos físicos - como computadores, máquinas de impressão etc. -, financeiros, físicos, humanos ou intelectuais. É importante ordenar a importância dos principais recursos conforme a necessidade diante do seu modelo.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Que recursos minha proposta exige?

  • E meus canais de distribuição?

  • E o relacionamento com clientes?

  • E as fontes de receita?

7 - Atividades-chave

As atividades-chave são as práticas mais relevantes que serão realizadas para que o projeto funcione. Elas variam conforme a intenção da ideia, bem como os recursos-chave.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Que atividades-chave a proposta de valor requer?

  • E os canais?

Você precisa relacionar com todos os quadros e encaixar com o sentido de cada um.

 

8 - Parcerias-chave

As parcerias chave dizem respeito à rede de fornecedores ou parceiros que irão colaborar com o funcionamento da ideia. Ao longo do tempo, é importante a criação de um mailing com cada uma dessas parcerias. Inicialmente, durante a criação do Canvas, liste os principais parceiros ou potenciais parceiros.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quem são os principais parceiros?

  • E os principais fornecedores?

  • Que marcas ou setores se identificam com a minha proposta de valor?

  • Que atividades chave são executadas por parceiros?

9 - Estrutura de custos:

Aqui são descritos todos os principais custos envolvidos, ou seja, os custos para cada um dos quadros apresentado no Canvas. Mesmo que eles sejam variáveis, precisam ser apresentados na estrutura.

Essa estrutura lhe trará noções de estimativas financeira, que posteriormente serão necessárias para o andamento do projeto ou negócio.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quais são os custos mais importantes?

  • Quais atividades-chave são mais caras?

  • Que recursos são mais caros?

Mas, afinal, por que não usar o plano de negócios ou o plano de projetos tradicionais?

Um plano de negócios ou de projeto desenvolve pesquisas teóricas, mas ele não testa os fatos no mercado. Em seu livro publicado em 2014 Startup, Manual do empreendedor, Steve Blank afirma que construir aos poucos, testar e errar para testar novamente é um caminho com menos chances de erros.

O Canvas proporciona esse tipo de abordagem, sem muita rigidez. Ao mesmo tempo que desenvolve-se um produto ou serviço, você também pode conversar com seu público, validando constantemente seu problema e diminuindo os custos.

Quero preencher o Canvas! Como faço?

A forma mais indicada de construir a ferramenta é imprimi-la e usar post-its para preencher os elementos. A ideia é que no quadro esteja apenas os elementos principais e visuais, lembra? Sempre na intenção de facilitar o processo de desenvolvimento do projeto.

Preparamos um Canvas especial para você baixar aqui. O arquivo oficial do quadro também está disponível para download no site Business Model Generation, aqui. Ele também pode ser preenchido em formato digital, como no site do Sebrae.

O importante é que o conteúdo fique visível, intuitivo e facilmente modificável para você. E agora? Mãos à obra! Boa sorte.

 

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Entre os dias 14 e 16 de maio, participaremos como expositores de um dos eventos mais notórios da América Latina voltado à área de Recursos Humanos: o Encontro Sul-Americano de Recursos Humanos 2018 (ESARH). A temática do evento deste ano tem tudo a ver com a VT: inspirar pessoas para potencializar o coletivo. O propósito é simples: quando despertamos em nós mesmos comportamentos transformadores da realidade, somos capazes de despertar no outro também. É assim que formamos uma forte corrente de impactos positivos, no mundo, nas empresas e na vida das pessoas. Por isso, o ESARH costuma reunir representantes de diferentes países e da maioria dos estados brasileiros. Isso porque é essencial pensar na troca cultural, o que é valorizado nesses encontros - e deveria ser de extrema importância em todas as empresas. Conhecer outros contextos e perspectivas agregam novas perspectivas e empatia, que geram mudanças.


Dentro do contexto organizacional, o responsável por essa mobilização é o líder. É ele ou ela a figura que pode despertar o ideal coletivo no grupo, incentivando seus membros a unirem estratégias na busca de objetivos comuns. Quando o líder oferece confiança e é um bom exemplo aos seus colaboradores, torna-se sistemático o direcionamento de suas ações para comportamentos promissores no coletivo. E as mudanças coletivas costumam promover resultados voltados à cidadania, gerando uma valorização constante das práticas humanas.


Acreditamos que agora, mais do que nunca, é preciso abrir novos caminhos. Vivemos em tempos confusos e de insegurança constante. Precisamos mobilizar as ideias e ações coletivas que nos possibilitem ressignificar nossa realidade. Portanto, é necessário conhecer outros líderes e organizações focados no engajamento coletivo.


A edição do ESARH 2018 acontecerá em Gramado/RS. O evento, que a cada edição mobiliza cerca de mil participantes de diferentes segmentos mercadológicos, como diretores e gestores de empresas, também conta com uma exposição de produtos e serviços dos envolvidos. O objetivo central do ESARH é potencializar o equilíbrio nas organizações a partir de diferentes estímulos.

O ESARH 2018 contará com a presença de palestrantes como Clóvis de Barros Filho, Eugenio Mussak e Gil Giardelli, bem como outros profissionais que conduzirão dezenas de atividades durante os três dias de encontro. A programação conta com conferências, talkshows, palestras interativas, oficinas, exposições, seminários e, no final, a entrega do Prêmio ESARH, que reconhece as melhores práticas de Gestão de Pessoas e Responsabilidade Socioambiental.
Esperamos a tua visita no nosso estande para tomar um café e bater um papo com a gente!

Para saber mais sobre o evento e realizar inscrição, acesse o site: http://esarh.com.br

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A sobrevivência organizacional está cada vez mais difícil. O mercado - e o mundo - se transforma o tempo todo, colocando organizações de todos os tamanhos em um cenário completamente novo e mais competitivo. E usar todas essas mudanças a favor de si é um desafio complexo, que envolve riscos e falhas.

Em um panorama complexo, inovar se torna cada vez mais relevante para a sobrevivência das empresas. E isso não se aplica somente a startups. Mesmo que uma organização tradicional esteja consolidada no mercado, é importante que ela também esteja atenta às novas tecnologias e novos processos de gestão.

Isso porque empresas que têm a inovação intrínseca à cultura tendem a estar mais preparadas para adversidades e, normalmente, são mais pragmáticas e flexíveis. Em um contexto econômico conturbado, quem se adapta a novas realidades tem mais chances de se destacar e sair na frente.

Quando colocamos a inovação como parte da estratégia principal de uma empresa, estamos abrindo portas para investimentos e desenvolvimentos mais certeiros. Seja implantando novos processos ou sofisticando os que já existem, é preciso atentar-se às necessidades do contexto ao redor e tentar enxergar à frente.

Não precisa ser nada complexo. Atitudes simples, do dia a dia, podem mostrar que a sua empresa acompanha tendências de mercado, e está aberta a elas. Por exemplo, sua empresa ainda utiliza copos descartáveis nos bebedouros​? Se a resposta for sim, provavelmente esteja na hora de mudar. Afinal, empresas ecofriendly costumam sair ganhando, e o uso do copo individual é uma excelente alternativa.

E a inovação disruptiva?

Há também quem fale da inovação disruptiva, aquela que quebra processos anteriores até que eles virem obsoletos. E processo, nesse caso, significa o modelo de negócio de origem. No momento em que pensamos em inovação disruptiva, pensamos na criação de uma nova cultura​. São essas novas formas de execução que fazem com que os mercados evoluam de fato, desestabilizando concorrentes e iniciando novos ciclos.

Ela é considerada revolucionária, e os exemplos são inúmeros, indo desde a fita K7 até a Tesla Motors. Isto é, está presente em todas as áreas e há muito tempo. No entanto, nem sempre se trata de uma ideia completamente radical.

É comum pensarmos em altos custos e modelos complicados quando se trata desse tipo de inovação, mas não precisa ser assim. Cada vez mais busca-se por serviços mais ágeis e mais baratos, certo? E é aí que geralmente entra a inovação disruptiva: quando cria-se algo mais simples, ágil e acessível do que já existe.

Seja para implantar uma cultura inovadora na empresa ou para imergir na criação de novos mercados, é preciso conhecer as reais necessidades do seu público. Investir em pesquisas, por exemplo, é fundamental para que o processo seja o mais certeiro possível. Além disso, ter uma equipe alinhada e disposta a construir mudanças pode ser o primeiro passo para que uma nova cultura seja posta em prática.

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