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Os principais objetivos da pesquisa são para propor ajustes nas políticas de RH e possibilitar um diálogo transparente entre chefias e funcionários. Além disso, ajuda a definir planos de ações para a melhoria do clima organizacional, elevando o índice de motivação dos colaboradores. Em geral, ela é realizada seguindo as seguintes etapas: preparação e coleta de pesquisa - que é feita através de formulários e/ou entrevistas; tabulação dos dados coletados; interpretação e análise estatística dos dados; elaboração do relatório final; identificação dos pontos fracos e fortes e elaboração do plano de ação para melhoria do clima organizacional.
 
Abaixo uma visão mais detalhada de cada uma dessas etapas:
 
1 - Preparação: ​aqui é o momento de definir as perguntas que serão realizadas. É importante definir se é interesse da empresa observar um problema específico para esmiuçar ele durante a pesquisa, além dos temas básicos sobre o ambiente e a convivência dos
funcionários.
 
2 - Planejamento e escolha da metodologia: ​neste momento é intrínseco que se elabore o questionário de pesquisa de clima organizacional - tipos de questionários, métodos de avaliação das respostas, tratamento estatístico e instrumentos de avaliação.
 
3 - Execução da pesquisa: ​aplicação dos questionários em todos os funcionários da empresa (pode ser presencial ou online).
 
4 - Análise dos dados: ​interpretar os dados colhidos na pesquisa e verificar o problema do clima da empresa.
 
5 - Conclusão: ​produzir o relatório final sobre o problema e como solucioná-lo. Por fim, apresentar a diretoria a fim de criar um diálogo transparente entre chefia e os funcionários da empresa.
 
Ao integrar esses tipos de processos dentro da empresa, consequentemente, surge um clima de mudança tanto individual - em relação aos funcionários e chefias - como de crescimento coletivo.
 
E aí, gostou das dicas? Tente aplicá-las na sua empresa e nos conte o resultado!

 

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O processo de recrutamento e seleção é um dos mais complexos dentro de uma organização.

Existe certa preocupação, sobretudo por parte dos consultores de recursos humanos, de recrutar os profissionais mais adequados para cada área da empresa - considerando não somente especificações técnicas, mas o perfil e os valores do candidato também.

Antes de tudo, é essencial que o responsável pela seleção tenha conhecimento sobre as exigências do cargo: sabendo as competências necessárias para a prática da vaga disponível, será possível identificar as limitações e pontos fortes de quem está concorrendo à vaga.

De modo geral, a aplicação de testes psicológicos pode auxiliar o consultor na seleção de novos colaboradores. Os testes psicológicos são capazes de medir e fornecer estatísticas a partir de dados levantados durante as entrevistas. Embora seja um instrumento de comparação eficiente, é preciso usá-lo com cautela, afinal ele não é suficiente para expor características individuais.


Há uma variedade de testes, cada um com uma finalidade específica. Eles são divididos em três grandes grupos: testes situacionais, em que indivíduo é posto frente a uma situação e deve reagir; testes projetivos, quando o candidato deve organizar informações ambíguas (o processo serve para apresentar traços de sua personalidade); e testes de aptidão específica, os quais avaliam competências de aptidão numérica, raciocínio lógico, entre outras.

É necessário selecionar os testes adequados para a sua seleção. Abaixo, alguns exemplos dos mais utilizados durante recrutamentos:

- Palográfico: analisa a personalidade do candidato a partir de traços que ele faz em uma folha de papel. A aplicação é bastante simples e rápida, porém a interpretação e avaliação exigem, além da formação na área de psicologia, forte grau de experiência do avaliador com a técnica.

- DISC: avalia o perfil comportamental do indivíduo a partir de 4 traços principais: dominância, influência, estabilidade e conformidade. Normalmente é aplicado por meio de um teste online e é processado automaticamente pelo próprio sistema.

- QUATI: consiste em um  questionário de 93 perguntas, cada uma com duas alternativas possíveis. Ele avalia a personalidade através de escolhas situacionais de cada um.

Há alguns testes, como o palográfico, que têm sua aplicação autorizada somente por profissionais da área da Psicologia. Por isso, é importante ressaltar a relevância da criação de um elo entre profissionais dessa área com os profissionais de RH.

Além disso, é necessário ter em mente que os testes psicológicos não são avaliações completamente certeiras e não fornecem informações objetivas do candidato. Em suma, é preciso saber somar diferentes quesitos para chegar a uma boa seleção.

Saiba que estes testes permitem ao recrutador um melhor entendimento acerca do funcionamento da mente do candidato, formando uma imagem mais clara sobre seu possível comportamento perante a relações e determinadas situações.

E então, gostou das nossas dicas? Esperamos que elas te ajudem com o seu próximo recrutamento!

 

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A cada dia que passa mais empresas estão abandonando o plano de negócios tradicional e optando pelo Business Model Canvas. O Canvas, de modo geral, é uma ferramenta de gerenciamento estratégico que incentiva a inovação, a prototipação e a cocriação. Por isso, ela é uma aliada do profissional do RH, que lida com gestão de projetos.

O Business Model Canvas norteia a elaboração de estratégia e torna visual elementos essenciais para alcançar seus objetivos. Além disso, auxilia na tomada de decisões e organiza a sua vida e a de sua equipe.

O que chama mais a atenção nesse modelo é a integração entre os blocos, o que cria um pensamento sistêmico e evita a confusão de se ter inúmeras páginas - como ocorre no plano de negócios e em grandes projetos.

Quer saber como Business Model Canvas funciona e pode facilitar muito a vida do RH? Veja abaixo:

Divida o quadro em quatro grandes blocos, sendo eles:

1 - Para quem?

2 - O quê?

3 - Como?

4 - Quanto?

Para cada quadro, são sugeridas algumas perguntas, que apresentaremos em seguida. O preenchimento dos quadros possui uma ordem específica, diferente das que estão dispostas.

1. Segmento de mercado

Aqui você define a quem atenderá. A escolha de um nicho é importante para conhecer seu público-alvo, seja ele pessoas ou empresas. Procure agrupar pessoas com o mesmo perfil.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quem é o público-alvo principal?

  • Para quem o projeto gera valor?

​2. Proposta de valor

Esse é o porquê de o público preferir você e não o seu concorrente ou outras ideias. Sua proposta de valor não precisa ser inovadora, mas precisa expressar a essência da sua proposta.

Atributos como preço, desempenho e conveniência podem fazer parte dela.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Que necessidade o projeto está satisfazendo?

  • Qual produto/serviço será entregue?

  • Que problema ele ajuda a resolver?

​3. Canais

O público você já conhece, e o que você deseja entregar também. Agora você precisa chegar até ele. Como?

Esse quadro diz respeito aos pontos de contato que você terá com as pessoas, e é preciso levar em conta canais de comunicação, distribuição e venda.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quais meios seu público usa mais para se comunicar?

  • Como você conseguirá alcançar as pessoas?

  • Quais canais apresentam melhor custo-benefício?

​4. Relacionamento com o público

O relacionamento que você terá com seu público diz muito sobre o posicionamento do seu projeto e influencia diretamente na experiência de cada um. Ele é, geralmente, a mola mestra de indicações. Portanto, preste atenção.

Os relacionamentos podem ser, por exemplo, baseados na interação humana, self-service (quando a organização fornece os meios necessários para que as pessoas tenham autonomia e se auxiliem por conta própria) ou automatizado (uma espécie de self-service com serviços automatizados).

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Que tipos de relacionamentos cada segmento pode esperar do seu projeto?

  • Já existe algum tipo de relacionamento estabelecido?

  • Qual o custo?

5. Fontes de renda

Aqui, o quadro trata sobre a quantia de dinheiro que o projeto gera a partir de cada segmento de público - e, dependendo do modelo do negócio/projeto, pode haver uma ou mais fontes de renda. As formas de gerar receita irão de acordo com a sua proposta de valor e de negócio.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quanto as pessoas estão realmente dispostas a pagar?

  • Pelo que pagam atualmente?

  • Como eles pagam?

  • O quanto cada fonte de receita contribui para o total da receita?

6 - Recursos-chave

Esses são recursos sem os quais o projeto não funciona. Podem ser recursos físicos - como computadores, máquinas de impressão etc. -, financeiros, físicos, humanos ou intelectuais. É importante ordenar a importância dos principais recursos conforme a necessidade diante do seu modelo.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Que recursos minha proposta exige?

  • E meus canais de distribuição?

  • E o relacionamento com clientes?

  • E as fontes de receita?

7 - Atividades-chave

As atividades-chave são as práticas mais relevantes que serão realizadas para que o projeto funcione. Elas variam conforme a intenção da ideia, bem como os recursos-chave.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Que atividades-chave a proposta de valor requer?

  • E os canais?

Você precisa relacionar com todos os quadros e encaixar com o sentido de cada um.

 

8 - Parcerias-chave

As parcerias chave dizem respeito à rede de fornecedores ou parceiros que irão colaborar com o funcionamento da ideia. Ao longo do tempo, é importante a criação de um mailing com cada uma dessas parcerias. Inicialmente, durante a criação do Canvas, liste os principais parceiros ou potenciais parceiros.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quem são os principais parceiros?

  • E os principais fornecedores?

  • Que marcas ou setores se identificam com a minha proposta de valor?

  • Que atividades chave são executadas por parceiros?

9 - Estrutura de custos:

Aqui são descritos todos os principais custos envolvidos, ou seja, os custos para cada um dos quadros apresentado no Canvas. Mesmo que eles sejam variáveis, precisam ser apresentados na estrutura.

Essa estrutura lhe trará noções de estimativas financeira, que posteriormente serão necessárias para o andamento do projeto ou negócio.

Perguntas que podem auxiliar a desenvolver a etapa:

  • Quais são os custos mais importantes?

  • Quais atividades-chave são mais caras?

  • Que recursos são mais caros?

Mas, afinal, por que não usar o plano de negócios ou o plano de projetos tradicionais?

Um plano de negócios ou de projeto desenvolve pesquisas teóricas, mas ele não testa os fatos no mercado. Em seu livro publicado em 2014 Startup, Manual do empreendedor, Steve Blank afirma que construir aos poucos, testar e errar para testar novamente é um caminho com menos chances de erros.

O Canvas proporciona esse tipo de abordagem, sem muita rigidez. Ao mesmo tempo que desenvolve-se um produto ou serviço, você também pode conversar com seu público, validando constantemente seu problema e diminuindo os custos.

Quero preencher o Canvas! Como faço?

A forma mais indicada de construir a ferramenta é imprimi-la e usar post-its para preencher os elementos. A ideia é que no quadro esteja apenas os elementos principais e visuais, lembra? Sempre na intenção de facilitar o processo de desenvolvimento do projeto.

Preparamos um Canvas especial para você baixar aqui. O arquivo oficial do quadro também está disponível para download no site Business Model Generation, aqui. Ele também pode ser preenchido em formato digital, como no site do Sebrae.

O importante é que o conteúdo fique visível, intuitivo e facilmente modificável para você. E agora? Mãos à obra! Boa sorte.

 

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