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RECURSOS HUMANOS E DESIGN THINKING

quinta-feira, outubro 2020
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Muito se fala sobre o setor de Recursos Humanos pensar e agir estrategicamente. Afinal, com o advento da tecnologia e sistemas programados para facilitar o dia a dia dos profissionais do segmento, muitas atividades até então operacionais, passaram a ser automatizadas, proporcionando mais tempo para ações focadas nas pessoas (colaboradores).

Neste sentido, inovar pode ser considerado o verbo mais apropriado para nos referirmos à modernização que o RH tanto busca. E, quando falamos em inovação, logo nos vem à cabeça um conceito/metodologia que tem ganhado espaço nos setores de RH de empresas do mundo todo: o Design Thinking.
É uma abordagem simples, mas que muitos gestores têm se baseado para tornar suas ações mais eficientes e assertivas. O Design Thinking foi criado a partir do resultado da busca pela inovação, em que uma abordagem focada no ser humano e na sua multidisciplinaridade é capaz de conduzir a soluções inovadoras para diferentes negócios.

O Design Thinking como processo deve seguir quatro fases:
Imersão: Esta fase é de conhecimento, isto é, o momento em que a equipe deverá se aproximar do contexto do problema por diversos ângulos.

Análise: O segundo passo é analisar e sintetizar as informações obtidas.

Ideiação: Nesta etapa, a equipe poderá construir ideias inovadoras, com base nos dados coletados nas fases anteriores.

Prototipagem: O último estágio do Design Thinking é aplicar no dia a dia as ideias sugeridas. Um projeto piloto pode ajudar na validação das sugestões e, assim que tiver retornos positivos, aplicar efetivamente.

O Design Thinking no Recursos Humanos
Como o próprio conceito nos apresenta, o Design Thinking propõe mecanismos para fugir do pensamento tradicional, isto é, vislumbrar situações do dia a dia com um novo e mais amplo olhar. Então, utilizar esta metodologia no RH tem a intenção de inovar os processos, serviços e produtos, tanto para os colaboradores quanto para os clientes, justamente através dos feedbacks gerados por eles.

Para ficar mais claro, é possível que o profissional de Recursos Humanos proponha planos de ações que melhorem o engajamento, a comunicação interna e outros indicadores como turnover, horas extras, entre outros.
Para que seja possível atingir o sucesso com a implantação do Design Thinking é necessário que toda a empresa esteja envolvida, desde o colaborador até a direção. Afinal, é o engajamento humano que servirá para quebrar paradigmas de estruturas até então enraizadas nos processos da corporação.

Ainda, é fundamental que a implantação seja simples e empática. Até porque um ambiente complexo e com dificuldades não é um espaço apropriado para um bom fluxo de ações. O profissional de Recursos Humanos, que normalmente é responsável pelo desenvolvimento e andamento da metodologia, poderá unir todas as informações coletadas e iniciar as fases que englobam o Design Thinking.

Tudo isso trará mudanças positivas não apenas à empresa, mas aos colaboradores e clientes, que passarão a receber produtos e serviços mais qualificados.

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